Dia, tarde

Se você caminhar, mato a dentro, no interior, um estranho jamais deixará de cumprimentá-lo e, sobretudo, de olhar nos seus olhos. Você se sente desnudo, desmedido, até ignorante.

Nas grandes metrópoles, o frenesi e a ansiedade de correr contra o tempo, acaba por anestesiar os sentidos. Daí, você esquece que a vida é a intensidade do olhar, do silêncio e das pequenas gentilezas.

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