O protagonismo na comunicação interpessoal



Discussões entre amigos e colegas de trabalho, desentendimentos familiares. Aprendemos com eles, aprendemos com o outro sobre nós mesmos. No cabo de guerra são necessárias duas forças contrárias e complementares. Em vez do vilão e do mocinho, ou da vítima e do algoz, a maturidade nos ensina a compartilhar responsabilidade sobre o que construímos.


Dependendo de como se relata o ocorrido, você pode se declarar absolutamente inocente e responsabilizar os demais. Ao se declarar vítima das circunstâncias, você se sente impotente. Enquanto espectador, você não é parte do problema, tampouco da solução. Ao contrário, quando é parte integrante do problema, você também se inclui como parte da solução.

Pense em um conflito. Alguém toma decisões que lhe concernem, sem lhe consultar previamente. Você fica uma fera. Por que? O que o outro está lhe revelando, direta ou diretamente, sobre as rédeas da sua vida?

Quando você não tem problema de autoridade interna, é muito simples dizer "sim" ou "não". Se você se descontrola, a ira se transforma no seu maior problema. Às vezes, ao nos tirar da zona de conforto, o conflito aponta o que melhorar em nós mesmos. Responsabilizar-se é tornar-se protagonista para alcançar um resultado diferente em nossas relações.

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